28 junho, 2015

Sem rumo, Parauapebas espera pela salvação. Enquanto eles discutem reeleição. Pasmem!



COMO VALMIR DA INTEGRAL
CONTINUA PREFEITO DE PARAUAPEBAS?






Talvez por sua resiliência inata, talvez pelo disfarce eficiente, talvez ainda por superpoderes. Porque centenas de prefeitos caíram por muito menos. Por menos  ainda o prefeito de Eldorado dos Carajás foi afastado pela juíza de Curionópolis. Mas Valmir segue em frente, demonstrando claramente total incapacidade de gestão e controle, com serias denuncias e cerrada investigação sobre seu governo. Mas tem o tempo da justiça. Vamos esperar.









Ninguém entende como uma gestão tresloucada desse nível ainda continue a mandar no destino de Parauapebas.  Este desgoverno foi alvo de duas operações da PF, uma mega operação do GAECO na qual a residência do prefeito foi invadida e ele rendido,  foram presos duas autoridades e um empresário e toneladas de documentos, com ampla cobertura local e nacional.


As evidencias são impressionantes. Toda a documentação das denúncias são copias dos contratos e processos gerados ora na licitação, ora na procuradoria e ora na secretaria de finanças. A estrutura de governo é montada sobre a família do prefeito – a secretaria de planejamento e chefe da licitação é sua filha. Seu filho é dono de toda a atividade de informática da prefeitura, utilizando laranjas e nas suas secretarias, diversos ex-funcionários da Integral. É impressionante o desmando e o descalabro que ocorre na cidade.

Todas as obras estão paradas, a coleta de lixo é inexistente.  Por toda a cidade vias estão intrafegáveis, não há intenção ou ordem para qualquer serviço porque as contas da prefeitura estão zeradas, segundo informação dos bancos. Será que realmente estão zeradas? Parece impossível, haja visto os repasses federais, ICMS corrente, ISS e CEFEM.  Pode ter reduzido bastante, mas que se tem dinheiro, isso tem.


Não há decisões de gabinete. O prefeito e seus asseclas apenas aguardam o contracheque no final do mês e ainda retiram o que pode. A secretaria de finanças – dona de um esquema dos tempos do Darci, é quem decide hoje a quem pagar. E tira o seu desse poder também.

O Diário on Line estimou os desvios em 200 milhões de reais. Discordo. Ao analisar as receitas de 2013 e 2014 e auditar os pagamentos, vai-se encontrar um rombo de até 600 milhões, sem exageros. Levando em consideração a receita orçamentaria de 1,6 bilhão em 2013 e 1,2 bilhão em 2014, perguntamos todos onde foi parar tanto dinheiro? Cadê as obras e os pagamentos que consumiram tantos recursos líquidos. Não podemos perder de vista a suplementação pedido a  Câmara de 611 milhões e prontamente atendida. Ali já sabíamos não ter saldos para suplementação, mas o executivo tinha expectativa de conseguir estes recursos.


Esta operação do MPE e GAEGO foi realizada em duas frentes: uma focada nas denuncias da Prefeitura e outra nas denuncias e investigações da Câmara dos Vereadores. Acontece que por ser menor e ter começado antes, as denuncias do legislativo tinha mandatos de prisão, tinha alvos definidos.


A roubalheira do executivo é mais embaixo, maior, mais comprometedora. Assistiremos ainda a uma devassa com prisões. São tantos ladrões e gatunos que veremos diligencia de criminosos sendo presos. 
 
O que mais preocupa é a paralisa deformante da gestão. Para se ter uma ideia, o Departamento de Arrecadação esta sem responsável há quase um ano. Ali ficou impossível conseguir sequer um alvará de funcionamento. São tantas exigências desencontradas e estapafúrdias que o cidadão empreendedor  fica na expectativa de que será pedido uma propina para resolver seu assunto. Nega-se alvará porque não se tem computador no ambiente, porque esta em reforma ou construção ou mesmo porque se inventa na hora uma razão, um documento, uma permissiva. É tanto o absurdo que empresas estão abandonando a possibilidade de se instalarem na cidade. E a arrecadação, em queda livre.

E assim vai-se verificar o mesmo problema na área da saúde – onde uma simples consulta vira um pesadelo. Não há medicamentos, não há médicos confiáveis, não há horários obedecidos, cirurgias, nada.

Na educação os acidentes, a falta de compromisso social, a responsabilidade pelas crianças é constantemente justificada sempre após a tragédia acontecida. Não há responsável por nada, tudo acontece ao acaso e até motoristas definem horários e lotação de seus veículos escolares.

Na administração, na Assistência Social, na Segurança Institucional não há nada. Apenas a Diretoria de Comunicação parece funcionar com propaganda e mais propaganda, escamoteando ou tentando escamotear os fatos que todos sabem: não há governo! Acabou. Todos estão perplexos a esperar o ultimo assalto. Impressionante Valmir ainda pensar em imagem, em reeleição, em findar seu mandato. Este é o pior acerto, a cidade pode acabar antes.

Defendemos a posse imediata de Ângela Pereira porque é a manutenção da lei e de poder legítimos. Jovem e mulher poderá dominar a situação e reverter o caos rapidamente. Reorientar a sociedade e colocar a cidade novamente nos trilhos, dando ouvidos, cuidando e respondendo integralmente e com responsabilidade pela recondução dos fatos e eventos nos seus devidos trilhos, Ângela poderá e sei que ela quer, passar à historia como uma mulher de fibra e com ampla visão de gestão. Para isto Valmir da Integral precisa ser preso e afastado do cargo – é o que esperamos frente a tantas provas e denuncias e a nossa fé na moral e técnica do procurador Nelson Medrado e na justiça paraense.

É um governo sob graves suspeições e severas investigações. Há secretários que estão sendo investigados, chamados e ouvidos por até oito horas por dia. E isto quase todos os  dias da semana. A documentação apreendida na casa do prefeito e nas secretarias foram distribuídas por três órgãos de fiscalização distintos. Esperamos que o Tribunal de Contas dos Municípios, antes tão próximo do governo – agora possa fazer realmente seu trabalho e se redimir. Não esquecemos que o vereador Josineto afirmava que seu principal  consultor era  o Zeca Araújo. O mesmo Zeca que recentemente elegeu seu filho deputado estadual com a ajuda de tantos políticos locais. Há a historia do mensalinho do Tribunal de Contas que precisa ser investigado. Foi este tribunal que impediu Valmir de contratar a substituta da Clean em 2013, levando Parauapebas a sujeira e emporcalhamento atual.


Há provas inequívocas de desvio de dinheiro publico e tudo salta aos olhos e não resiste a uma hora de auditoria. Uma quadrilha destemida tomou de assalto os cofres de Parauapebas. E claro que há dinheiro, a folha mensal esta sendo paga, novos funcionários estão sendo contratados. A pergunta que fica é quem esta decidindo esconder o dinheiro, quem esta determinando os pagamentos. Sabemos que não é mais Valmir, ele apenas cumpre  uma função decorativa. Não tem mais moral ou voz ativa nos destinos de Parauapebas. Segura algumas situações para não perder o foco e assinar documentos. Finalmente sucumbe a sua ignorância da coisa publica.

Há rumores de ameaças a vida de pessoas no gabinete. O tresloucado Gilmar anda vociferando ameaças de ceifar mais vidas, o que é um risco. Este Gilmar é de Belém, não conhece as regras locais. Enriqueceu aqui, quando chefe do DAM,  é ele quem plantou a ingerência e a imobilidade naquele departamento que funcionava nos tempos de Bel e Darci. Não  deveria estar ameaçando pessoas locais, sendo um alienígena e estando ainda de favores ao  governador e ao Mauro Santos, advogado e empreendedor com tantos interesses locais. Está  descontrolado o Gilmar e precisa ser retirado daqui urgentemente. Não ajuda, não pode fazer mais nada.

O grupo do PSD esta em busca do sucessor do Valmir. Gesmar, persona non grata para Valmir não se cogita nesta linha. Estão em busca de alguém com reserva moral.

Mas não parece incrível que estes cínicos ainda pensem em reeleição? Não parece incrível que acreditem tanto na impunidade e tenham ainda tanta certeza que são intocáveis. Mesmo depois da invasão da casa do prefeito, a maior autoridade do município, a busca e apreensão de documentos, a desmoralização de tantas investigações e buscas recorrentes de documentos, prisões? O que esta pessoal esta esperando mesmo? Deveriam entregar os anéis. Mas estão apostando os dedos, é assim a  truculência dessa quadrilha. Não acreditam na possibilidade de virem a ser punidos.

03 junho, 2015

Pilhagem, corrupção e repressão. Como o GAECO abordou criminosos e disseminou o medo em Parauapebas.

ARMAGEDON




Logo nas primeiras horas da dia 26 de maio a mansão do prefeito nas cercanias de Parauapebas é invadida por agentes policiais comandados pelo temido GAEGO. O prefeito solitário e sua concubina são surpreendidos ainda bem cedo por policiais fortemente armados a procura de armas,  documentos, dinheiro e com a possibilidade de sua prisão ser decretada.

Imediatamente ele repassa na memoria quantas vezes foi alertado sobre procuradores, contratos milionários sem licitação, campanhas politicas ilegais e toda sorte de permissividade com dinheiro publico que fora realizado em seu combalido governo. A menor delas, a desapropriação de uma casa do vereador Devanir  por R$794.000,00 em maio de 2014 é o que vem a tona primeiro. Poxa, comprou vereadores, procuradores e juízes e mesmo assim esta cercado e sozinho?

Sozinho e aturdido vê seus  sonhos e plano desmoronar-se. Ninguém é chamado e ele assiste inerme a devassa da sua mansão. Seu velho coração chora a cada descoberta da policia, ele lamenta em silencio ter expulsado seus amigos e se arrepende dos conselhos  que ouviu e seguiu submisso, de sua  esperta concubina Glaucia e seu conselheiro duplo Vanterlor. Onde mesmo eles estarão agora?
Lembra ainda da blindagem obtida de Simão Jatene. Que, como governador nem sabia dos riscos reais que seu agora pupilo corria. Há justiça ainda, mesmo que seja pouquinha no Pará. Não sabe ele que neste instante, seu principal esteio na Câmara dos Vereadores  esta sendo preso, será levado para o presidio de Americana em Belém. Odilon preso é uma porrada na impunidade que grassa em Parauapebas. E neste governo e nos governos anteriores, Bel, Darci.  E nos crimes cometidos a vida inteira, o convencimento de que a justiça jamais o alcançaria. Preso Odilon, preso o comerciante que emitia notas superfaturadas e preso Arenes, este talvez derrubado pelos seus. O fato é que todos ameaçados desde o começo disso tudo, portam armas de fogo. E usam as mesmas táticas de Valmir, comprando pessoas e corrompendo, antes mesmo de chegarem ao poder. Lamento pelo transtorno do Arenes, mas tudo ficou mais dramático.

Sabemos que dois dos vereadores que vitaminaram o G5 não são flores que se cheirem: Josineto e Luzinete não estão neste grupo por convicção. Jamais fariam mudança de lado pelo simples fato de ser o certo. Ambos estão enrolados com dinheiro publico e com a lei e certamente cooptados.

Procurei o necessário distanciamento, dando tempo ao tempo para deixar este registro para a posteridade. Atenção: os acontecimentos em Parauapebas naquela semana são historia. Nunca vimos isto antes. Um ARMAGEDON, com 10 bombas de nêutrons lançadas há tempos atrás e detonadas no peito do resiliente Valmir da Integral. Estas bombas não foram lançadas ao acaso. Esta batalha épica e histórica começou lá atrás, quando Ângela foi a Câmara dos Vereadores romper com este prefeito. Aquele discurso e a postura despercebida dos cinco vereadores do  então  G5 demarcavam um território e uma luta sem volta: iriamos destruir a falácia, a roubalheira, os golpes e o equivoco da gestão atual. Não teria volta porque estas pessoas estavam envolvidas numa questão pessoal, de vida ou morte. Tinha-se um objetivo claro, uma finalidade.

O mais importante, havia um pensador e estrategista, sob planejamento restrito com metas e objetivos. Desde então  sabíamos que a luta seria desigual, terrível e que teria mortes possivelmente. Afinal, a luta seria contra um grupo poderoso, armado e bilionário. E sem temor algum pelo judiciário, até então se sabia que qualquer juiz ou promotor, ou procurador estaria a venda. O MPE nunca existiu em Parauapebas. Certa vez, eu e a Ângela fomos procurar a repartição para saber como andavam o resultado das denuncias. Na pessoa de vice-prefeita, a reunião parecia mais um pedido de desculpas. A procuradora local sequer parou de digitar seus processos para responder nossas perguntas. Não dava nenhuma importância. Perguntou se sabíamos onde estava o dinheiro, que assim ela o tomaria, causando perdas e eles se consertariam. Foi terrível. Nesta altura, a CPI da saúde já estava instalada e trabalhando. Mas o  fato do MPE não existir nesta cidade sitiada não poderia deter aqueles que se reuniram para tomar o governo. Havia no seio desse importante órgão de vigilância, as naturais diferenças de posicionamento, muito bem colocadas pelo jovem e sábio advogado Cláudio. E foram estas discrepâncias que levaram documentação e ações para o MPE em Belém. Iniciaria ali o  fim da trégua à corrupção e desmando em Parauapebas.

Porque Darci, Bel não passaram por esta correção? Seria seus grupos e partidos? Ou seria uma “sabedoria” em manter os seus e roubar de forma mais discreta? Porque furto, roubo, desvio, as auditorias descobrem sem esforços. Porque então este governo atual cai de forma tão fragorosa e desmoralizante?
Em primeiro lugar a poderosa estratégia implementada. Reunir os grupos de descontentes e compromissados como  base real de poder – o Conselho Municipal de Saúde, os vereadores e a vice-prefeita. Pronto, embalados tudo num discurso e posição oposicionista, seria uma questão de tempo para os resultados advirem. Milhares de horas foram gastas em reuniões intermináveis. A estratégia da CPI da Saúde em confrontar provas documentais e pessoas, em chamar as evidencias nas reuniões plenárias começaram a definir e levar para as cordas o orgulhoso governo “empresarial”. E sobretudo, a envergadura  do gabinete da vice-prefeita, na sua postura intransigente de não aceitar o isolamento, a humilhação imposta pelo executivo. Os grupos foram reunidos em encontros, discussões, ação e metas. Na metade dos trabalhos da CPI da Saúde o governo começou a capitular. Já havia a rejeição de todas as contas do perverso secretaria de saúde, Dr. Romulo. Acuado pelos péssimos serviços prestados e pelo impasse em obras superfaturadas e construções para nada, ele é forçado a retirar-se de cena, imputando ao governo uma grave e decisiva derrota para nosso grupo de oposição.

Quando ainda pode, não havia ninguém do lado de Valmir. Cercado por incompetentes e arrogantes “secretários” de merda, advogados  e procuradores que perderam o rumo, nunca retaliou à altura. Assistiu suas bases serem forçadas, sacudidas e finalmente a colapso sem enfrentar uma estratégia que saltava aos olhos de todos.

Diga-se de passagem, até hoje nenhum governo local sofreu a pressão e a determinação forte de um grupo preparado, organizado e determinado como este. A estrutura do grupo baseou-se na organização documental, social e jurídica. Os três grupos fundamentais para romper o poder do bilhão não aceitou propostas, não negociou, não recuou. Mesmo com o assassinato do Dr. Jakson, que  estava com ações  contra o governo, não fez parar a maquina opositora.

Em segundo lugar os péssimos, incompetentes e arrogantes secretários e adjuntos agregados por Valmir da Integral. Mesmo  sabendo que havia seis  deles empenhados em criar e manter um governo paralelo, mesmo sabendo que o  esquema de Zé Rinaldo seria mantido pela presença e ação da Mendes, mesmo sabendo quem era Agenor e o resultado de suas ações, mesmo entendendo o quão pernicioso e ladrão era o Dr. Romulo na Saúde, mesmo conhecendo a fundo seu dileto secretario de obras – Queiroga e infelizmente mesmo entendendo o poder nefasto de Glaucia e seu companheiro o  Vanterlor – que inclusive era o negociador dos vereadores e do gabinete do prefeito, conhecendo quem era Zé de Fátima, seu “chefe de Gabinete” agora na SAAEP, utilizando os conhecimentos de Sergel, como todos que passaram por lá e o pior, sabendo que o procurador Marconi fazia e aprontava, que era um ignorante em matéria de poder publico e que fazia o que bem lhe cabia, Valmir da Integral apenas acenava o cabeção, encantado com as formas opulentas de sua concubina, com as exigências de seus filhos e com a ação acintosamente criminosa de Leudicy Brandão, de Zoenio e sua  ação perseguidora das casas e bares noturnos, das negociatas de Semurb, Claudio Almeida e companhia, tribunal de contas dos municípios, Gesmar, Gilmar e todos que percebendo sua total ignorância da coisa publica, se refestelaram e fizeram o que quiseram com os recursos pelos quais ele fora eleito para preservar e multiplicar.

O pior, seu papagaio alienígena, Wander Nepomuceno. Com sua ignorância e salto alto, brigando com todos , agora com sua azeda antipatia, apenas recebendo recursos do município, sem projetos, sem saída, apenas mais um rato, um bandido escondido próximo ao velho prefeito.

Agora, praticamente ex-prefeito de Parauapebas.

Assistimos sem satisfação um réquiem ao  Armagedon: a cidade sendo destruída aos poucos, uma luta titânica que paralisou tudo, que fez de Parauapebas uma praça abandonada, de morte e de tripudio de infiéis gananciosos. Os secretários, à exceção de um, dois, não merecem perdão. Foram coniventes, calaram ou fizeram seu  butim. Levaram para casa o que não lhes pertencia. São cumplices do  maior desgoverno da historia local e disso devem se envergonhar  pelo que lhes restam de vida. A grande maioria dos que foram demitidos estavam roubando. Desses que ficaram, todos estão envolvidos nisto ou aquilo de ilegal, de roubo qualificado, de corrupção. A maquina extensa e poderosa de arrecadação viu sua receita minguar e deixar os pagamentos nas mãos de quem sempre retirou o seu de forma ilegal, cobrando de empresas taxas para receber por seu serviços, empregando táticas de compras fantasmas, ajudando empresários a furtar, a entregar menos e levar mais, a embrulhar a comunidade num manto de perdas – Mendes e sua turma, come  estrutura consolidada desde os tempos do malandro prefeito, Darci Lermen.

Todos os homens de valor, os realmente interessados foram afastados.

As quadrilhas de real poder jamais foram afetadas neste dois anos e meio de Valmir da Integral. Estão todos lá, em postos chave. Até o grupo dispensado quando da queda da Geiza, a nova secretaria Juliana trouxe de volta, num claro acinte a norma e ao respeito publico. Sabotou a primeira tentativa de Valmir fazer o correto. Porteiras abertas, vieram e foram tantos outros que nem cabe e nem merecem citações. A ousadia de poderem fazer o que bem queriam, fraudar licitações, entregar obras e serviços sem o processo legal, comprar  equipamentos e serviços para populações bem maiores – caso das UPAS e do Centro de Zoonoses, se apropriar de obras e construções que jamais tiveram capacidade de propor e mesmo propor projetos e planos faraônicos como orla, o novo centro administrativo, a capela de Niemayer, os BRTs e tanta loucura já demonstravam o caráter duvidoso desse governo.

A câmara de vereadores esta pagando o que deve. Josineto funcionou como lacaio e ladrão. No seu tempo, ele, Odilon, Devanir, Major, Brás, Miquinha e Euzébio obtiveram vantagens e fizeram grandes negócios com Valmir  da Integral. Cometeram crimes e se enrolaram com o executivo. Estes vereadores jamais mereceram a confiança depositada neles pela população. Canalhas como são, aproveitaram  as oportunidades que o incapacitado prefeito lhes oferecia. Com a ajuda providencial de Glaucia e de Vanterlor, se locupletaram com a inexperiência e a maldade do velho prefeito. Para estes vereadores, a prisão de Odilon é apenas o inicio de uma nova relação desses com a justiça. Vão responder, outros serão presos, outros terão que devolver bens e recursos a prefeitura. Se enrolaram, porque não puderam fazer o que lhes era de direito: legislar, monitorar, controlar gastos e propor orçamento. Quiseram cargos e poder executivo, bandidos que são. O gabinete de Valmir era ocupado diariamente por vereadores de forma opressiva e ultrajante. Como já descrevi aqui, assisti a inúmeros atos da gestão que foram cometidos mais pela brutalidade e ignorância, do que pelo real desejo de governar. Tudo era permitido, nada era necessário ser legal. E todos os que ainda estão na gestão são cúmplices disso, todos aproveitaram e pressionaram para ser assim.

Toda a relação “comercial” e de interesse privado dos vereadores com o prefeito – cita a desapropriação da casa do Devanir, a compra da área da Mactra por R$2.113.900,00, propriedade do vereador Major da Mactra, a entrega das secretarias para Odilon, Devanir, Maquivalda e tantas benesses e repasses criminosos, é assunto e tema de investigação, tipificação, crime, punição.
Retornando a ação espetacular do  GAECO com seus 17 mandatos de busca e apreensão, seus três mandados de prisão, faltou perante tantas provas e documentos apresentados, a prisão do prefeito. Como não prender um homem que permite, assina e estimula tantos crimes contra o patrimônio publico? E como não foram  presos os outros empresários e grupos de poder que ajudaram o prefeito a roubar tanto e de forma tão acintosa? Será possível que ainda veremos este governo terminar seu mandato para algo acontecer? Como serão feito as coisas, se a Flavia  opera na alta, cobrando propinas, fazendo compras ilegais, ganhando nosso dinheiro de forma extra e ilegal? Por quanto tempo ainda vamos ver a Mendes, a Fabiana e o  Agenor fazerem compras ilegais, sem a entrega dos  serviços ou mercadorias mesmo numa situação de penúria econômica para a cidade? Por quanto tempo ainda teremos que ver a saúde matando, as pessoas sendo perseguidas e a possibilidade de mais mortes e assassinatos acontecerem para se finalmente alguma coisa seria e definitiva ser feita?

A quadrilha ainda esta intacta e operando. Não acabou nada. Enquanto eles tiverem acesso aos recursos vão usar. Não temem nada.

Tem que haver uma intervenção. A sucessão pela vice-prefeita e sua posse imediata ou o governo pelo presidente da câmara mais convocação de novas eleições ou a intervenção do estado para evitar a desagregação da cidade. Mas manter Valmir da Integral, sendo provado sua real incapacidade de gestão  é irresponsabilidade da lei, da ordem, do governador ou de quem quer que seja. Esta ação não parou nada e nem vai parar, enquanto se mantiver os operadores e a quadrilha com a mão na botija. Algo precisa ser feito.

Todos acreditam que muito esta por acontecer. O grupo no poder é arrogante, incompetente e sem estratégia. Perdido desde a posse, não tem capacidade de reação, não podem oferecer a sociedade uma alternativa. Compromissado com o errado, seriam incapazes de promover uma cura, uma delação do gestor e seu procedimento administrativos de isenção. Não seria possível.

A câmara dos vereadores esfacelada pela corrupção e interesses executivos não tem capacidade de reação. Poderiam tomar o poder para si. Se tivessem um projeto de salvação esta câmara combalida poderia se recuperar dando uma lição de moralidade administrativa. Pena que não tem a força necessária nem moral. Vamos aguardar.


22 maio, 2015

O silencio atual assusta e constrange os que apostaram em Parauapebas

A CIDADE DO SILENCIO


A NOVA PARAUAPEBAS, depois dos temporais.

AS PORTAS DO INFERNO
Sou eu, sou eu,
Sou eu  ó Senhor,
Precisando de oração
Sei que me cairá bem este terno
Provei-o nas rotas do inferno
(do folclore americano) ....in  MARCAS DA VIDA, JAMES BALDWIN, pg 473





Assistimos cotidianamente o atraso e o marasmo total que permeia toda e qualquer atividade na metrópole do minério de ferro. O desanimo é geral e paralisador. O que esta acontecendo  com a outrora dinâmica Parauapebas, detentora  da maior cifra de exportação do Brasil?


Seria apenas o tremendo e insolúvel desastre politico, social e econômico da eleição, posse e exercício pleno da função de Valmir da Integral? Ou seriam as transformações no mercado internacional do minério de ferro. Nunca saberemos qual o fator, apenas diríamos que vivemos uma crise. Não, uma crise, não. Um crash, uma trombada a 350 por hora e uma queda brutal, paralisante mas ainda com vida. Atordoados, os agentes não sabem o que fazer, se refazem, agora aleijados jamais recuperam a velocidade e a capacidade anterior, mas seguem em frente.

É assim que faremos. Jamais voltaremos ao dinamismo e capacidade anteriores, mas ainda continuaremos Parauapebas.  Dentro de dois anos, a  população atual, que era de 183 mil habitantes em 2012, atualmente já reduzida para cerca de 175 mil, continuara reduzindo, para estabilizar em torno de 2017 em 100 mil habitantes.  E ficará nisso, variando entre 80 mil a 100 mil pessoas. Regiões inteiras da cidade estarão abandonadas. Os novos loteamentos, Buriti, Nova Carajás e todos os absurdos novos lançamentos, estarão sucateados.  A antiga pressão por escolas, creches, casas, estará esgotado. A administração publica vendo sua receita reduzir drasticamente, ainda pior do que até agora, encontrará novos meios de relacionamento, dispensando funcionários, suspendendo completamente qualquer investimento, estagnando a cidade dentro de sua zona do possível.

As grandes lojas ao longo dos anos irão se definhando. O exemplo da loja Avenida no Partage Shopping que já reduzindo atividades, será seguido por todos os grandes, irão se reduzindo aos poucos, outros suspenderão  por completo e abruptamente suas atividades, reconhecendo prejuízos imensos. As obras de novos investimentos serão paradas, muitos perderão rios de dinheiro por não estarem atentos aos sinais da estagnação.

Todos os que investirão na prefeitura sem licitação, contratos, ou mesmo aqueles que passaram por contratação legal jamais receberão seu pagamento. Sem caixa, falida porque seus orçamentos já acima do bilhão não permite aos seus gestores pensar livremente e com outros cenários, a prefeitura vai virar o maior caloteiro da região. Serviços básicos como limpeza urbana, merenda escolar, landscape serão interrompidos ou mesmo afetados profundamente. Teremos outra forma para olhar a gestão municipal.

Aqui, vamos ter que apelar para as verbas federais hoje desprezadas.  Os investimentos do governo central irão manter parte da máquina local. Muitos irão quebrar.

Atualmente os supermercados já estão vendendo alimentos com defeitos e estragados (falapeão.blogspot.com) porque estão girando com maior lentidão seus estoques. Ainda não  perceberam a serio o peso  da crise. Dentro de dois anos, mais da  metade deles vão fechar as portas. Os sobreviventes terão que inventar uma nova forma de precificação, porque a população sem dinheiro ira buscar a melhor compra. Há a possibilidade da inflação local crescer, vai depender do arranjo das forças nativas. Neste momento, todos que sentiram o golpe estão aumentando seus preços e não sobreviverão.

Vai aparecer aqueles empreendedores que neste novo cenário já surgirão com custos menores, podendo oferecer um melhor preço e ganhar dinheiro. Estes irão substituir aos poucos os gananciosos atuais. Haverá uma troca de comando na sociedade e logo. Os preços ainda não caíram o suficiente, vão cair ainda mais, daqui a  1,5 anos, 2. Uma nova cidade ressurgirá.

O dia a dia será tocado por novos negociadores. Os bancos terão filas menores, o transito será mais limpo, a violência será ainda maior e mais cruel. Os postos de gasolina ficarão sem vender e se adequarão a nova demanda. Os hotéis serão fechados na sua maioria. Teremos um preço menor nas diárias e os proprietários mais inteligentes sobreviverão. Definitivamente não haverá espaço para sequer quarenta por cento dos empreendimentos atuais. Já sentimos  uma redução de metade da atividade econômica da cidade, perderemos mais uns vinte e cinco por cento. Após o primeiro refluxo populacional da cidade, ocorrido em 2014, continuaremos a ver nossos amigos partindo. Eu já perdi toda a minha turma do domingo, todos foram trabalhar em outras obras espalhadas pelo Pará e restante do Brasil. Grande parte dos investimentos feitos na irresponsabilidade do crescimento eterno vão virar museus. Veremos daqui a poucos anos o estrago que a ambição desenfreada, a falta de visão e planejamento provocam numa sociedade.

E infelizmente, o marco da transição será deste desgoverno de Valmir da Integral. Entrará para nossa historia como o momento do crash. E muito da nova realidade será atribuída a ele. Grande parte desses investimentos absurdos, como a duplicação da PA, sem convenio com o governo do estado e sem nenhuma utilidade para a sociedade será visto como acabada loucura daqui a poucos anos. E grande parte das obras e bobagens da gestão atual.

A VALE se tornara a cada dia mais ausente dos nossos novos problemas.  Não ira contribuir, mesmo porque, na derrocada da cidade surgirá grupos de pressão sobre ela, como em Itabira e em tantas outras cidades que sentirem o peso da nova realidade da mineração global. Alerto que, não será o fim, apenas um crash, insisto. Esta região milagrosa que vivemos nela, continuara a atender a demanda global por mineiros, mas agora com preços e lucros menores, a patamares ajustados com a nova dinâmica mundial: minas menos produtivas, mais espalhadas pelo mundo, fretes maiores, distribuição e logística melhores. E compradores com disposição para pagarem sempre menos, com a tecnologia tornando relativa a qualidade da matéria prima. Os grupos de pressão sobre a VALE irão impor limites municipais à atividade. E buscar produção menor, para manter as cidades por mais tempo. Recordes de produção serão substituídos por recordes de preocupação.

Aos poucos vamos aprendendo a viver com menos. Mas a mudança, se agora brutal, se tornará pior, mais estreita e sem saídas. Haverá sobreviventes e estes serão os melhores, os escolhidos para criar a nova Parauapebas.


A EXCLUSIVA CONSULTORIA tem propostas, compreensão e soluções de permanência. Procure-nos. E se você vai investir, TEMOS ESTUDOS E ANALISES de situação, para não perder dinheiro. Parauapebas esta virando historia...      e não temos lideranças ou grupos de discursão pensando a nova realidade. Como tudo nesta sociedade egoísta, será pela ultima vez cada um por si.

16 abril, 2015

Parauapebas continua sob a escuridão. Uma gestão que martiriza,humilha e destrói a comunidade.

Sob o domínio do mal

Uma sociedade corrupta e pronta para aderir ao mal feito, a tirar proveito de fraquezas, de mal caratismo e poder absoluto, de gastar sem prestar contas, DE FAZER DE CONTA e enganar.










NESTA madrugada de chuva quedo a pensar, imaginar e tentar entender como um governo  pode se tornar tão canalha, tão incompetente, tão incapaz em gerir 3,2 bilhões de reais, 1,06 bilhão de dólares a ponto de deixar a cidade sem internet, sem hospitais, sem obras, sem esperança, descrente e de cabeça para baixo. Como aconteceu a tragédia e como estamos pasmos, assistindo os desatinos da justiça local que não decide contra, apenas a favor ou protelando, a PF tão eficiente nos estados do sul, o MPF que as vezes funciona, a policia que também as vezes e seletivamente funciona? Estamos tendo o desprazer de fazer a mesma lição de casa: cadeia, policia, “justiça” apenas para os deserdados, os marrons, os fracos e naturalmente oprimidos.  Mas como chegamos  a esta situação, a ponto de vermos pessoas até então vistas como decentes, tais como Wagner, Horácio, Brás, João do Feijão, se mostrarem cruéis a ponto de não se importarem de servir ao diabo, ao mal absoluto?



E a sociedade civil organizada, hoje nem sei mais o que é isto, tipo ACIP, CDL, Maçonaria. Associações esportivas e culturais, aldeias indígenas, esportistas, sindicalistas e toda a sorte de istas, se unirem para apoiar e defender um bando de ladrões que desrespeitosamente tomaram de assalto a cidade mais rica do pobre e desestruturado estado do Pará, que insiste numa disputa com o Maranhão no lugar de quem é mais pobre, mais fraco, com IDH pior? Não pelo povo de ambos, heróis, batalhadores, mas pela classe politica e empresarial, glutões de tostões e vinténs, irresponsáveis e moleques na sua malandragem de lava jato. Mas estes estados não são a Petrobras, tem PIB muito menor, tem problemas muito maiores, talvez dai a “justiça” não se importar, a “policia” não estar nem ai, o MP fechar olhos e ouvidos e a imprensa, a grande imprensa nem se tocar, nem perceber que algo esta muito errado, fora de ordem, sem lugar num ambiente de milhões, de toneladas e toneladas de ouro, de ferro, de nióbio, de cobre, de maior  volume de exportações da “amada pátria”  brasileira. Não, aparentemente ninguém quer enfrentar o bando,  uma quadrilha maior, melhor e talvez mais eficiente que os bilionários fraudadores da Petrobras. Também roubaram as claras, mas no estado do Pará, ah, quem vai ligar? É dinheiro de ninguém mesmo... mas são apenas aparências, o caldeirão esta fervendo!

Valmir deu a volta por cima. Valmir resolveu tudo. Valmir anulou todas as ações contra ele. Valmir recuperou terreno. Os roubos e crimes perpetrados pela turma de Valmir serão perdoados. A contabilidade apagada e reescrita, os agentes serão silenciados com muito dinheiro e tudo será como antes. Valmir da Integral não tem passado, não tem historia, não tem família ou filhos. Tem apenas o presente degringolado e autoritário. Tudo acontece sob sua batuta e ele ainda não é culpado. Tsssts. Aguardem. Valmir e seu bando serão presos. Responderão na justiça pelos crimes cometidos. Não há negociação possível para crimes tão visíveis e tão hediondos. Agiram as claras e deverão pagar. Não passará mais. A própria justiça, os órgãos de controle não vão se expor para salvar a pele ou o mandato de Valmir da Integral com suas ações desafiadoras da lei e da ordem. Ainda não há permissão para desobediência as leis e constituição do país. Não há nenhuma reversão, nada foi apagado. É o tempo. O tempo, o tempo.... e

Vamos voltar ao tempo. Somos prisioneiros dele e não adianta protestar. Voltemos  em 2013, quando o desatino começou. Os personagens foram se apresentando, cada qual com enredo e desgraça maiores, primeiro Gláucia Furação, Vanterlor ( qual arlequim servindo três senhores e ninguém ao mesmo tempo), depois Odilon, depois Joseneto, Jose de Fátima, Vander Nepomuceno, Gesmar,  Marconi, Marconão, Devanir, Célio Costa, Dr. Rômulo, Geiza, Agenor, Major, Zé Rinaldo, Queiroga e tantos outros diabos que nem lembramos,  nem damos conta de enumerar todo o perjúrio, toda a desgraça semeada por todos devido a nomeações e expensas do Sr. Valmir da Integral.  Ficamos mais pobres, menos motivados, mas a desgraça continuava a mostrar sua cara, a dar cartas, com a agencia Ômega, contraceptivos, com o lixo, a Usimig, a Ômega e os tanques da SAAEP, terrenos do Ávila, da Nova Carajás,  com golpes pequenos e toda sorte de malandragem e desprezo por pessoas e comunidade. Assim, a cada  dia da historia mais armações eram perpetradas através de Hamilton Ribeiro, da Construtora Sucesso,  da própria VALE ao exigir a desnecessária duplicação da PA, a iniciar trabalhos em parceria com a tresloucada gestão e não concluir, a  aproveitar da situação de caos e meter seus trilhos dentro da planta urbana de forma acintosa e desnecessária.


Quando já tínhamos visto tudo, vem a campanha de Gesmar e um novo circo, piorado,  é colocado em cena com a urgência de elege-lo. Deixando de lado o melhor candidato, o popular e atuante secretario de agricultura Horácio, que desapareceu, se enfurnou e se manteve até hoje.  No seu silencio covarde ou servil, não importa, se mantem mesmo preterido. Assim a campanha de Gesmar controlou a cena politica, sendo gasto mais de 10 milhões dos cofres públicos de Parauapebas. Toda sorte de falcatruas em nome da eleição de Gesmar foram cometidos: patrocínio de almoços, cestas básicas, festas com patrocinados, desfiles, doação de alimentos, pagamentos a eleitores, utilização da maquina de forma desprezível para eleger o candidato de Valmir da Integral. E do governador de Valmir da Integral. E do senador de Valmir da Integral. E do filho de Valmir da Integral suplente de Senador! Mais alguns milhões são arrancados da campanha de vacinação, da construção e aparelhamento de postos de saúde, da construção de habitações populares para a eleição de homens e pessoas que nem nos conhecem. Até um helicóptero publico veio de Belém apanhar Valmir para festividades  do governador que descobriu ter um tolo, arrogante e ignorante prefeito que se achava com direitos e poderes de divindade Rosacruz.

Ninguém foi eleito. Apenas Jatene se elegeu e logo de cara deu o troco. Cortou a participação no ICMS de Parauapebas e sistematizou um orçamento estadual em que 80 ! % é focado na área metropolitana de Belém. Ou seja, nem ai para o interior do rico estado do Para. Não bastando isto, com a derrota vergonhosa de todos, Valmir aproveita para vingar-se de Gesmar, cortando tudo, não o recebendo e deixando as contas de campanha sob sua responsabilidade. Até hoje não sei, mas acredito que Valmir quis a destruição politica de Gesmar, ciumento e besta que é. Deixou Gesmar solto, maltratado, resgatando-o somente agora, quando percebe que esta tudo perdido. Ora, Gesmar era um dos melhores quadros desse desgoverno, não merecia tal tratamento. O candidato natural seria  Horácio, com base e custo menores e maiores chances de eleição. Tinha base, conhecimento e já fora secretario estadual, enquanto Gesmar nunca se candidatou a nada, nem mesmo em Parauapebas, tirando uma candidatura a vereador, derrotado.

Pergunto insistente. Cadê os auxiliares diretos de Valmir da Integral? Cadê os “tais” profissionais, com histórico retumbante, com extrema capacidade gerencial? Nos deram esta “merda” de gestão? Parece gozação e  merece maus tratos de volta. Até agora ninguém resolveu nada e nem estão no rumo de resolução alguma: Mauro  Santos e seu “poder” na capital, Gilmar e sua ternura alienígena, Queiroga e sua bandidagem, Vander e sua ignorância inata, provando do seu próprio veneno e estupidez, a procuradoria de nada, a comunicação social que parece estar noutro mundo, vendendo uma mercadoria podre, com bolor mas transvestida de rosa. Merda retumbante e não conformo com jovens capacitados sendo sufocados por uma ilusão em que não acreditam, não respeitam. Este desgoverno não tem profissionais, apenas um bando de incompetentes mentirosos. Tirado os profissionais de carreira, os concursados, o corpo técnico realmente capacitado, os cargos de confiança são todos escolhidos pelo desconhecido, pela incompetência e exclusivamente pelo apadrinhamento inescrupuloso. Assim como a maioria das empresas que prestam serviços e estão ganhando rios de dinheiro, como a Falconi, o Paulo Haddad e tantas outras na ilusão do milhão. Quero salientar que lamento o Falconi ter entrado nesta desgraça. Afinal é de lustro internacional e orgulho, mas aqui, nem isto deu certo. E agora esta cobrança na justiça da LUPA, firma do secretario Semurb – André Rosa. E nem na prestação de contas estava o contrato ou quaisquer menção ou pagamento a ela. Problemas nas contas de campanha a vista.

E acreditem, vinham Jaime Lerner, BRTs, capela de Niemayer, Centro administrativo e tantas coisitas mas que é difícil acreditar como ainda achei que poderia acontecer, conhecendo o cenário e os péssimos atores convidados...


Valmir da Integral aproveita a situação e vinga de seus rebentos. Flavinha veio a Parauapebas para interditar Valmir. Certamente não o conhecia... Alessandro passou a vida toda na sombra do pai moleque. Não deu passo independente. Era natural que formasse a famiglia que formaram e se colocando em pontos estratégicos, desviasse alguma coisa para a bolsa família. Estão sendo eficientes, estão muito mais ricos. Há muitos desvios para a horta de Alessandro, a Flavia ostenta publicamente a fartura de não contar dinheiro.  É o símbolo da justiça de Parauapebas e seu comprometimento com o executivo. Mesmo determinado seu afastamento por um juiz, Valmir ignorou solene nomeando-a secretaria. E com poderes sobre Agenor, o rei da licitação e da economia em causa própria. O milionário Agenor,  dono de rebanhos, mansões, carros de luxo e tudo o mais que um esquema que dura décadas proporciona. Agenor, Eunice, Mendes, Ademir, Mauro  Santos, alguns procuradores e ainda uma turma enorme tem muito de Parauapebas no bolso e nas contas bancarias.

Estes filhos, quando for condenado o pai a ressarcir os cofres públicos, são quem pagarão com a herança. Acabarão pagando  a conta da festa, não há almoço grátis.

Voltando aos apoios públicos ou forçados  a que todos os que tem de débitos ou precisam de alguma forma da prefeitura, é de uma arrematada vergonha a execração pública. Não precisava. Se tornaram cúmplices de crimes hediondos, dando apoio sem perguntarem para que e a quem não merece. Valmir da Integral  esta sendo acusado  porque cometeu crimes. De toda sorte com nosso dinheiro, com nossas vidas e esperança. Todos que o apoiaram e apoiam são tão ou mais bandido do que ele. O fato do traficante dar empregos na comunidade não legaliza sua atividade. Assim é aqui, em relação os crimes cometidos, as acusações, todas com fundamento, provas inequívocas.  É uma questão  de tempo – um tempo que é naturalmente da lei, não nosso tempo – o que quer dizer que também possa não ser possível influencias e etc, mas é a lei brasileira. Aconteceu no lava jato, aconteceu até com as grandes empreiteiras, com bancos, com Rede Globo. Porque não vai acontecer aqui? E não temos tanto dinheiro assim, daqui de onde se tira, há regras claras e precisas, quanto mais tira no desespero, mais se enrola.

Não acredito que estejam dormindo.

A oposição – e diga-se de passagem, nunca nenhum executivo enfrentou uma oposição estruturada, organizada e com planejamento como esta que perdurou ate janeiro 2015. Esta é a diferença para as dores de cabeça dessa turma. Mas não apenas isto: conseguimos deter a roubalheira, as obras fantasmas, o desvio descarado de recursos. Esta em suspenso ou mais lento. Mas estão com medo, perderam a altivez e o descalabro, ao menos reduziu.

Agora falando do Brás. Como este ser era  apenas mais um rato e disfarçado. Como pode, com tanto cinismo e desfaçatez servir ao diabo, com jeito, arrogância e competência. Talvez para tentar salvar a própria pele na pela de sua dileta esposa – Maquivalda – da cadeia. Por tanto recebido e tão pouco entregue. Por tanta arrogância, ignorância e incapacidade frente aos desafios confiados. O crime mais citado, a desapropriação de terrenos tem na Maquivalda a protagonista. É ela quem teve a ideia, quem induziu, quem levou aos fatos. E seguramente quem levou a melhor fatia. E Braz se acha no local e momentos certos – para se enforcar. Mostrando realmente seu espirito de jogo, ataca sem a retaguarda, faz o torneio dos perdidos. Deveria se retratar publicamente.  Joga uma partida inútil, todos eles e seu chefe supremo – Leviatã, ou satã, ou Valmir. Brás, a Câmara dividida, o time do mal capitaneados por ele, Odilon, Devanir, Major e restante, contra o outrora e saudoso G5 intrépido, agora nem tanto. Mas ainda os mais jovens, os melhores (Dr. Charles, Bruno, Arenes, Pavão e Eliene). Causa preocupações o destino da CPI DA SAÚDE. É uma atitude  que não pode morrer antes de  procriar. Tudo começou com o Conselho Municipal de Saúde, ninguém se esqueça. D. Leonice e Dr. Mardem deram o caminho, puxaram o pavio. Sistematizamos a revolta e estruturamos a maior derrota que um executivo já experimentou nesta cidade. Apesar da truculência e utilização do perigoso aparelho repressor do estado do Pará – sua policia militar para se encastelar no poder este prefeito sabe dos seus últimos dias.


Sua equipe (equipe?) não sabe jogar. Menospreza os resultados e fazem acordos inúteis, impagáveis.  Não combatem na real, ignoram fatos relevantes, expõem ainda mais seu rei agora encurralado. Na visão perneta dos asseclas, o jogo ainda pode ser ganho. Jamais. Jogam uma partida perdida. Não tem mais a liberdade de antes, temem todos os segundos, nada é mais seguro para eles.


Mantenho a pergunta inicial. Como pode os bons silenciarem tanto? Cadê a sociedade legal e organizada?  Realmente Parauapebas merece o que tem?