04 maio, 2019

Empresários omissos numa cidade bilionária


NOVAMENTE ELEIÇÕES, EM DOIS ANOS
Porque precisamos que os empresários de Parauapebas façam a opção pela superestrutura local.











Tente em Parauapebas e veja as barreiras impostas pela propria prefeitura


  

Questionamos a vinculação e tantas verificações e secretarias às custas dos empresários, travando ainda mais o processo de obtenção de alvará e legalidade em Parauapebas. Não entendemos como essas exigências sejam aceitas passivamente por quem sustenta esse governo ignorante e travador de negócios. A situação na Secretaria de Meio Ambiente beira ao cinismo e pouco caso, com processos à espera por quase trinta dias para uma simples visita desnecessária, já que, independente do negócio, toda empresa precisa de vistoria de três secretarias: Saúde, Meio Ambiente e Sefaz, cada uma com seu próprio tempo e pessoal. São ágeis somente os Bombeiros e a Sefa.

O frenesi da campanha eleitoral 2020 toma corpo e agora sabiamente vinte e quatro meses antes do pleito. As duras regras da campanha e suas limitações técnicas como curto espaço de tempo, regras que precisam ser decifradas sob risco de perda de mandato exigem dos candidatos sérios longa preparação e planejamento.

Temos grupos já trabalhando e isso é muito interessante para a cidade. Aqueles a nosso ver mais sábios, procuram as mazelas e soluções para apresentarem aos eleitores.

Já outros preferem atacar o mal feito atualmente, o que não basta, porque quando assumem, percebem o que realmente pode ser feito.

Sempre alertamos que a transformação toma tempo. Precisa ser pensada e realizado todas as alterações antes da posse, no primeiro dia de governo essas mudanças precisam ser IMPLEMENTADAS e não anunciadas.

Ao ter um conjunto novo de regras implementadas no primeiro dia da gestão, muito da resistência que vai se consolidando ao longo do governo é destruída. Força e direção são as regras para qualquer mudança numa gestão.

E a compreensão que se tem apenas dois anos e não quatro para se fazer um mandato. O governo Valmir fez obras porque estudou e compreendeu esse limite de tempo, acordando  apenas quando, segundo nosso estudo, em noventa dias havia perdido setecentos e quarenta dias, ou seja, consumira já sua possibilidade de realizado e tinha que se lançar, alcançado o total de obras e feitos que ai estão.

Vimos nos últimos seis anos a mesma tragédia acontecendo. O candidato à ponta hoje foi execrado durante seu mandato e perdeu a máquina que tinha em mãos. Voltou o antigo prefeito porque eleitores conservadores e que repetem o mesmo padrão desde a fundação da cidade são avessos à novidade: são ocupados demais e preferem seguir “quem tem tempo” e isso é grave. Quem tem tempo são os políticos.

Essa é a razão para esses políticos de sempre serem os donos da superestrutura de ação e pensamento de Parauapebas. Ainda um local em que a classe que gera riqueza, emprego e renda não ter personalidade, não ter uma direção e pensamento próprios.

Nós empresários de Parauapebas tentamos a qualquer custo nos afastar da ação política direta, financiando os políticos tradicionais.

Políticos que não sabem o que é um bilhão de reais, o que é gestão, administração, negócios. Que preferem o caminho mais curto para a renda pessoal – o caminho da comissão de dez, quinze, vinte por cento. Já tivemos notícias de se exigir todo o valor cobrado, com a empresa ficando apenas com custos e impostos. E já tivemos notícias de cobrança de quarenta por cento. Sobre contratos e obras públicas.


Por que a classe empresarial, importante que qualquer lugar, cede às expensas da classe política localmente? Há razões, empresários são referências em sobrevivência. Seria a comodidade de vender para a máquina? Seria o que?

Com a reforma do DAM e as novas regras previamente punitivas da nova e equivocada legislação municipal, ficou claro que a classe política NÃO QUER saber mais da classe empresarial, daqui pra frente.

Que os empresários de Parauapebas precisam questionar seriamente quem vai dominar a superestrutura local.

Mesmo para garantir sua sobrevivência, mesmo para garantir justiça social, emprego e renda.