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19 novembro, 2017

As organizações sociais



PODEMOS FAZER MAIS EM GRUPO. CONSTITUA OU PARTICIPE DE UMA ENTIDADE SOCIAL.




CONSULTORIA PARA O TERCEIRO SETOR



Chama-se “terceiro setor” as organizações não governamentais (sigla ONG), que não têm finalidade de lucro, mas congregam objetivos sociais, filantrópicos, culturais, recreativos, religiosos, artísticos.

O primeiro setor é o governo, que é responsável pelas questões sociais.
O segundo setor é o privado, responsável pelas questões individuais, tendo objetivo primordial o lucro.

O terceiro setor é constituído por organizações sem fins lucrativos e não governamentais, que tem como objetivo gerar serviços de caráter público.


NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICÁVEIS AO TERCEIRO SETOR
As entidades sem finalidade de lucro são aquelas em que o resultado positivo não é destinado aos detentores do patrimônio líquido e o lucro ou prejuízo são denominados, respectivamente, de superávit ou déficit (NBC T 10.19.1.3).

Tais entidades, mesmo aquelas que tenham sede no exterior, mas que atuem no Brasil, devem seguir as normas contábeis brasileiras.

A estrutura patrimonial definida pela Lei das Sociedades por Ações (Lei 6404/1976) é a base da contabilidade do terceiro setor.


A CONTABILIDADE DO TERCEIRO SETOR
1) Aplicam-se a essas entidades os Princípios Fundamentais de Contabilidade, bem com as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos, editados pelo Conselho Federal de Contabilidade.    2) As entidades sem finalidade de lucro são aquelas em que o resultado positivo não é destinado aos detentores do patrimônio líquido e o lucro ou prejuízo são denominados, respectivamente, de superávit ou déficit.   3) O valor do superávit ou déficit do exercício deve ser registrado na conta Superávit ou Déficit do Exercício enquanto não aprovado pela Assembléia dos associados e após a sua aprovação, deve ser transferido para a conta Patrimônio Social.

NOSSO TRABALHO junto a essas instituições, Institutos, Fundações, Associações, Sindicatos, Uniões, Agrupamentos, Movimentos, etc. é dar legalidade, fomentar o registro cartorial ou comercial, fundamentar a existência técnica e legal, fornecendo elementos jurídicos, contábeis e financeiros, além do apoio social aos fundadores e lideranças.

Trabalhamos há vinte anos apoiando as mais tradicionais entidades do Terceiro Setor de Parauapebas e Região. Estamos prontos para atender quaisquer demanda de ação ou funcionamento. E a preços sociais.

Com a nova legislação em vigor, essas entidades tornam-se extensões do executivo, podendo assumir demandas sociais e econômicas, tanto com recursos públicos quanto privados. Há um boom de entidades se consolidando e temos sob medida todos os ajustes necessários para sua criação, planejamento e desenvolvimento, acompanhado sua inserção social, econômica, orçamentaria e fiscal.

Fale conosco!

PROJETOS PARA O TERCEIRO SETOR
Há abundância de recursos disponíveis, tanto a nível de governo quanto a nível da iniciativa privada. Ambos nacionais ou internacionais. Atendemos a elaboração, tradução, envio e negociação dos projetos em quaisquer escala de volume técnico, financeiro, logístico e social.
Fale conosco. EXCLUSIVA CONSULTORIA \ FENIX CONTABILIDADE.
Exclusiva01@msn.com ou 94 981041694 W

20 outubro, 2017

E mentais!



A ayahuasca está sendo estudada como tratamento para transtornos alimentares
Uma das pacientes afirmou que foi “como se o cérebro tivesse sido reprogramado”.
Set 29 2017, 7:00am









Um estudo pequeno realizado por cientistas no Canadá apresentou evidências preliminares de que a ayahuasca, a bebida psicodélica usada em rituais místicos por tribos indígenas na Amazônia, pode auxiliar no tratamento de transtornos alimentares.



A ayahuasca é uma bebida fermentada à base de plantas que contêm a dimetiltriptamina (DMT), uma das drogas psicodélicas mais poderosas e utilizada há séculos como ritual sagrado. Os usuários muitas vezes relatam visões místicas e transcendentes que os levam a insights sobre si mesmos.

A viagem de ayahuasca pode alterar positivamente o comportamento, e estudos em estágios iniciais sugerem que a bebida pode ajudar no tratamento de ansiedade, vícios e depressão

A autora principal do estudo, Dra. Adèle Lafrance, professora associada da Universidade Laurentian, estuda os transtornos alimentares (TA). Os TAs são alguns dos transtornos mentais mais desafiadores, com poucas evidências a fim de corroborar qualquer abordagem em particular, e com altos índices de abandono e recaídas entre os pacientes. 

"Eu trabalhava como psicóloga de transtornos alimentares, quando eu e alguns colegas testemunhamos em primeira mão as taxas de desistência, recaídas e até mesmo óbitos. Então assisti a um documentário sobre a ayahuasca no contexto de vícios", ela contou ao PsyPost. Em busca de um tratamento novo, ela se perguntou se a ayahuasca poderia ajudar nos TAs.

Para descobrir, ela entrevistou 16 pessoas (14 mulheres e dois homens), na América do Norte, diagnosticados com TAs e que tivessem participado de pelo menos uma cerimônia com ayahuasca. Eles têm idade média de 33,5 anos; dez já foram diagnosticados com anorexia nervosa (imagem corporal distorcida e obsessão com o peso e fazer dietas) e seis com bulimia nervosa ( binge eating forçando vômito logo em seguida). A maioria já havia tentado tratamentos específicos para os transtornos e estavam em estágios diferentes da doença e/ou da recuperação.

As entrevistas revelaram que 11 das 16 pessoas perceberam que sua experiência com a ayahuasca reduziu os sintomas do TA. Uma das participantes disse se sentir "como se houvesse uma distância maior entre meu comportamento, assim você conhece os padrões de pensamento e os gatilhos" do TA. "Como se meu cérebro tivesse sido reprogramado", ela afirmou. "É a única forma que sei descrever – eu não sei exatamente como funciona."

Algumas pessoas relataram uma mudança em suas atitudes em relação aos seus corpos durante as viagens de ayahuasca. "Eu realmente senti meu corpo como um presente", disse um participante. "E ele estava, eu senti que ele estava desnutrido. E consegui perceber isso, percebi que não estava dando o devido valor a esse presente."

Metade dos entrevistados reportou uma redução na ansiedade, depressão, automutilação, desejos de suicídio e uso abusivo de substâncias. Uma participante disse que não sente mais necessidade de antidepressivos e que viu sua ansiedade desaparecer – ela atribuiu essa melhora à ayahuasca. "Ela reprograma seu cérebro", contou.

Ainda é cedo para se tirar conclusões de um conjunto de entrevistas relativamente pequeno. Contudo, isso sugere um caminho à frente. "Essa pesquisa está em seus primórdios", Lafrance contou à PsyPot. "O uso da ayahuasca na América do Norte não é legalizado. E também pode ser desaconselhado para certas pessoas com base em sua condição ou histórico médico. Por isso, nosso estudo aponta a necessidade de mais pesquisas, incluindo algumas restrições a fim de poder conduzir."


27 setembro, 2017

Parauapebas, isso merece mais que atenção...



Empresas de mineração querem mudanças na MP que altera royalties do minério
A MP 789/2017 alterou as alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), o conhecido royalty cobrado das empresas que atuam no setor.
Redação 24 Horas News | 20/09/2017 07:45 (leia na íntegra)





EXCLUSIVA:  mesmo com a tremenda vantagem que a MP 789 dá as mineradoras elas reclamam: poderão recolher a CFEM fora do lugar da extração, poderão causar danos ambientais e sociais e não pagar por eles ali, naquele lugar. Assusta e conforme Helenilson Pontes: ainda vai ter muito debate sobre isso, mas ele também entende que para as empresas é indiferente para quem elas pagam. O problema realmente fica para estados e municípios mineradores...


Empresas e entidades ligadas ao setor mineral vêm manifestando publicamente o descontentamento com o aumento dos royalties do minério, estabelecido por uma medida provisória (MP) assinada em julho pelo presidente Michel Temer. A divergência com o governo federal repercute no Congresso Brasileiro de Mineração, evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) que ocorre em Belo Horizonte até a próxima quinta-feira (21).

A MP 789/2017 alterou as alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), o conhecido royalty cobrado das empresas que atuam no setor. As mudanças precisam ser votadas no Câmara até o dia 28 de novembro para não perderem a validade. De acordo com o Ibram, mais de 500 emendas foram apresentadas e já há questionamentos se os deputados conseguirão analisar a matéria no prazo.

A expectativa da entidade, que representa as principais empresas e instituições brasileiras que atuam no setor mineral, é convencer os parlamentares a fazerem mudanças na MP. “Nós fomos pegos de surpresa, porque nos diziam que as alterações nos royalties ocorreriam ´por meio de um projeto de lei. De repente, veio a MP atropelando o debate. E o que foi apresentado traz algumas controvérsias do ponto de vista da indústria”, diz Marcelo Ribeiro Tunes, diretor de Assuntos Minerários do Ibram.

Entre as mudanças previstas na MP, a alíquota do nióbio (elemento químico usado como liga na produção de aços especiais e um dos metais mais resistentes à corrosão) e do diamante sobem de 2% para 3%. A do ouro vai de 1% para 2%, enquanto a dos minerais da construção civil cai de 2% para 1,5%. Em relação à alíquota do minério de ferro, é previstos um escalonamento. Ele flutuará entre 2% e 4% conforme variações de índices do mercado internacional. Antes, o percentual era fixado em 2%.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, as alíquotas são ainda bem inferiores às praticadas em outros países. Na Austrália, por exemplo, os royalties do minério de ferro chegariam a 7,5% sobre o lucro.

Para Marcelo Ribeiro Tunes, essa comparação não deve ser feita de forma isolada. Ele diz que, ao olhar a carga tributária como um todo, se verifica que o custo da mineração no Brasil é muito alto. O diretor do Ibram lamenta também que especificidades não tenham sido consideradas para as mudanças. “Nós temos mais de 90 substâncias mineiras e cada uma delas há processos e situações diferentes. Há minerais com mais de uma destinação”, argumenta.

Marcelo considera que o volume de emendas apresentadas por diversos setores envolvidos no assunto mostra que faltou diálogo. “O potássio, por exemplo, era taxado em 3%. E isso sempre foi apontado como um problema porque nós importamos 90% do potássio que consumimos. A proposta era diminuir para 2%. O deputado Leonardo Quintão, que relatou o projeto ainda durante o governo anterior, tinha concordado. Na última hora, ele manteve em 3%. Então há emendas de diversos envolvidos. Empresas que trabalham com ouro, por exemplo, também sugerem um escalonamento nos moldes no minério de ferro”, conta.

Outra mudança estabelecida pela MP é que as alíquotas passarão a incidir sobre a receita bruta e não mais sobre o faturamento líquido da venda do minério. A queixa do Ibram é que, dessa forma, o royalty incidirá sobre serviços que não são mineração, como o transporte. A entidade alega que, para alcançar o mercado chinês, um dos principais compradores, é preciso vencer a concorrência da Austrália, que está bem mais próxima. Por esta razão, o aumento dos custos com transporte reduziriam a competitividade do Brasil.

Novo marco legal
A MP que alterou as alíquotas dos royalties do minério não foi uma medida isolada. Junto com ela, o presidente Michel Temer assinou mais duas MPs. Uma prevê a criação da Agência Nacional de Mineração (ANM) e a futura extinção do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A nova estrutura será uma autarquia especial com autonomia administrativa e financeira e a expectativa é que ela tenha um melhor nível de gerenciamento das atividades do setor.

A terceira MP muda diversos pontos do Código de Mineração, criado nos anos 1960 e atualizado pela última vez em 1996. São alteradas normas para a pesquisa no setor, para as concessões, para a aplicação de multas, entre outros. “É um momento histórico de mudanças pragmáticas rumo à modernização institucional e regulatória demandada há mais de três décadas pelo setor”, disse o Vicente Lôbo, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia. Presente no Congresso Brasileiro de Mineração representando o ministro, ele negou que as novas alíquotas da Cfem irão reduzir os investimentos das empresas no país.

De acordo com Vicente Lôbo, o novo marco legal da mineração faz parte de um conjunto de medidas que buscam um novo caminho de desenvolvimento, direcionado para a retomada do crescimento e para a busca incessante do progresso. “Estamos reconhecendo que os recursos públicos das empresas estatais são escassos para financiar novos investimentos no grau necessário e, assim, a parceria com o setor privado é absolutamente fundamental”.

Para o secretário, a maior vantagem das novas MPs é trazer segurança jurídica, uma vez que o marco legal anterior levou a abertura de uma série de ações judiciais envolvendo a mineração. “Este cenário de intensa judicialização aumenta a desconfiança dos investidores. Daí a importância da revisão dos marcos legais.” Ele também citou como benefícios a ampliação do investimento de pesquisa, a geração de novas jazidas, a diversificação da matriz mineral brasileira, a superação do passivo processual e a desburocratização do setor.

Clóvis Torres, diretor-executivo da Vale e presidente do conselho diretor do Ibram, reconheceu que o governo atendeu algumas demandas históricas do setor, mas lamentou as mudanças na Cfem. “De uma hora para outra ficou bem mais caro minerar no Brasil. E não houve a contrapartida para fomentar os investimentos. Se já estava difícil atrair investimentos externos para o setor mineral, a perspectiva ficou ainda mais nublada”, disse.

O Congresso Brasileiro de Mineiração ocorre em conjunto com o ExpoIbram e é um dos maiores eventos do mundo com este tema. A previsão é que sejam mobilizadas 40 mil pessoas. São 450 estandes e há participação de empresários e empresas de 28 países. A programação inclui uma vasta agenda de debates.