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15 abril, 2016

Na contramão



RAZÕES 
PARA O 
 De VALMIR DA INTEGRAL



Parauapebas esta na contramão do Brasil.






Os acontecimentos aqui presenciados nestes quase quatro anos de desgoverno nos remete no formato autônomo para Brasília. Ora, por muito menos a presidenta da republica corre o risco de ser impedida de governar, de defender um mandato que lhe foi atribuído por expressiva maioria de brasileiros.

Aqui em Parauapebas a banda tocou outra musica. Apesar de todos os indícios, investigações, apreensão de documentos, prisões de autoridades, temos um quadro tranquilo em que o chefe do bando postula seu direito de concorrer a reeleição. Será, de acordo com suas intenções, mais quatro anos de liquidação, cansaço, miséria.

Por que tão grandes diferenças, entre o Brasil e Parauapebas? Lá temos uma autoridade sem crimes, aqui temos todas as autoridades sob fortes suspeições e indícios. O que afinal difere uma província corrupta, dum pais corrupto?

Dinheiro. Malas e rios de dinheiro. Apesar de lá ter muito mais que aqui, a exposição do cargo e o poder do grupo inimigo, não permitem a compra descarada de pessoas como aconteceu aqui. Negociou-se muito com os recursos de Parauapebas. Muito para nada.

Como as UPAS em que o governo alardeia o número de atendimentos. Mas quanto custou uma UPA dessas  que poderia ter sido construído com verba federal e seu custo investido em programas para amenizar o desemprego da cidade.  Todas estas obras que estão ai, as 260 obras se pintar meio fio for obra, já se imaginou o custo delas para a sociedade. Afinal obras não são um bem em si, são feitas para servir a sociedade.

Em troca do apoio social e cultural  tempos obras milionárias, a preços nunca vistas no país. A arrogância dos seus idealizadores exigem a condução a um segundo mandato. Ninguém mais fala em impeachment, em afastamento do prefeito, silencio total.

Talvez a voz raivosa dos desempregados se faça ouvir algum dia. A voz dos deserdados, dos fracos e oprimidos. Quem viver, vera. 

Fora direita de merda, viva Lula, viva Dilma.