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01 abril, 2016

Nenhum lugar para onde ir...



QUO VADIS, DOMINI?












A ULTIMA semana foram de intensas e frenéticas reuniões. Se respirou politica em vista a proximidade da  fatídica data 2 de abril, dia de todos mostrarem as caras e as armas com que se vai disputar a outrora rica prefeitura de Parauapebas.

Quem vai herdar a bagunça, a desmoralizada máquina que se tornou insustentável e relativamente incapacitada de qualquer reação para o bem da gestão pública e do povo da cidade.

Povo que esta batendo em retirada, frente a total incapacidade dos seus lideres de dizer coisa com coisa, de enxergar o futuro imediato, de ter dignidade de murmuraram aos céus, Deus, isto eu não sei, deixe-me ouvir alguém.

Terra de ninguém, a cada dia se torna mais vazia, mais sem recursos. E  pela movimentação, entrevistas, “estratégias mirabolantes” não estamos enxergando transformação, capacidades excepcionais requeridas neste momento.

Salvo a juventude e o novo que representam  Marcelo Catalão e Flávio Veras, sei não. O Chico prossegue com seu resgate magnifico. Mas as coisas vão de mal a pior. Quem tem planos de sair, deve mantê-los. Quem quer ficar, precisa repensar urgente suas chances.

Diante do primeiro refluxo populacional, o tecido social esta se tornando disperso. Logo não teremos as energias essenciais para manter o consumo, o investimento e a efervescência necessários ao crescimento. 

Obras logo se tornarão obsoletas, grandes empreendimentos se tornarão inúteis, o capital começaram a firmar sua retirada.

Mas a grande desgraça e ruina para a cidade seria a reeleição do bando no poder. De vez seriam cortado toda e qualquer possibilidade de retomada de trabalho ou desenvolvimento. 

Veríamos uma longa estagnação de mais quatro anos.  Seria o sinal definitivo para um êxodo iniciar sua vida para longe.

É um momento especial, como todos os grandes momentos da historia. Quem viver, verá.