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20 abril, 2016

Corrupção, esta prática criminosa na gestão pública



NELSON MEDRADO  FALA












Mistério. Realmente não entendemos como cidadãos que processos investigativos de desvios de recursos públicos corram em segredo de justiça. É uma injustiça para com cidadãos que trabalham e ao comprar um quilo de arroz, uma camisa barata, paguem até 17% de impostos. 

Impostos pagos para manter uma máquina cruel, monstruosa e corrupta trabalhando contra ele. *

Por estes motivos que apreciamos a matéria feita com Nelson Medrado pelo pessoal do jornal CORREIO e do  SBT Parauapebas.  Parabéns. Medrado precisava falar para alertar aos descrentes, aos que insistem e atribuem superpoderes a Valmir da Integral.

Cometeu crimes de forma clara, consciente e fartamente documentada. Cravou sua sentença justamente por não acreditar nela. Se a presidenta da republica esta sendo julgada, quem dirá um mero prefeito de uma província atrasada do norte do país. E seus asseclas, os que perpetraram e formaram grupo, armaram em silencio contra a sociedade e Parauapebas.

E são numerosos os meliantes, tudo gente boa, titulada, consciente de que fazer o mal rende mais rápido do que o bem. Na liderança, Valmir da Integral.

Mesmo com os escudos formados por Juliana, Shirlean, Ciza, Odilon, Devanir. Mesmo com o escudo autoritário e desafiador da justiça, na imagem de sua filha. Mesmo com o servilismo escrachado dos  puxa-sacos de plantão Valmir terá que pagar um dia pelo que fez e faz. Se não ele, sua família.

E são crimes com investigação concluída, bastando agora a ação da justiça. Os órgãos repressores fizeram bem sua parte, investigaram, apreenderam documentos, exigiram explicações, a sociedade ajudou.


*Vejam hoje o DAM (Departamento de Arrecadação) da PMP (Prefeitura Municipal de Parauapebas) funcionando: um grupo de pessoas perdidas, atrasando a arrecadação do município, cometendo erros primários contra empresários e pessoas que querem e insistem em investir numa cidade em franca extinção.


15 abril, 2016

Na contramão



RAZÕES 
PARA O 
 De VALMIR DA INTEGRAL



Parauapebas esta na contramão do Brasil.






Os acontecimentos aqui presenciados nestes quase quatro anos de desgoverno nos remete no formato autônomo para Brasília. Ora, por muito menos a presidenta da republica corre o risco de ser impedida de governar, de defender um mandato que lhe foi atribuído por expressiva maioria de brasileiros.

Aqui em Parauapebas a banda tocou outra musica. Apesar de todos os indícios, investigações, apreensão de documentos, prisões de autoridades, temos um quadro tranquilo em que o chefe do bando postula seu direito de concorrer a reeleição. Será, de acordo com suas intenções, mais quatro anos de liquidação, cansaço, miséria.

Por que tão grandes diferenças, entre o Brasil e Parauapebas? Lá temos uma autoridade sem crimes, aqui temos todas as autoridades sob fortes suspeições e indícios. O que afinal difere uma província corrupta, dum pais corrupto?

Dinheiro. Malas e rios de dinheiro. Apesar de lá ter muito mais que aqui, a exposição do cargo e o poder do grupo inimigo, não permitem a compra descarada de pessoas como aconteceu aqui. Negociou-se muito com os recursos de Parauapebas. Muito para nada.

Como as UPAS em que o governo alardeia o número de atendimentos. Mas quanto custou uma UPA dessas  que poderia ter sido construído com verba federal e seu custo investido em programas para amenizar o desemprego da cidade.  Todas estas obras que estão ai, as 260 obras se pintar meio fio for obra, já se imaginou o custo delas para a sociedade. Afinal obras não são um bem em si, são feitas para servir a sociedade.

Em troca do apoio social e cultural  tempos obras milionárias, a preços nunca vistas no país. A arrogância dos seus idealizadores exigem a condução a um segundo mandato. Ninguém mais fala em impeachment, em afastamento do prefeito, silencio total.

Talvez a voz raivosa dos desempregados se faça ouvir algum dia. A voz dos deserdados, dos fracos e oprimidos. Quem viver, vera. 

Fora direita de merda, viva Lula, viva Dilma.

08 abril, 2016

Parauapebas sofre com seus desempregados



DESEMPREGO!

A merenda escolar tem sido para muitas crianças a única refeição do dia. Ouvi de uma diretoria antiga que ela esta ordenando aumentar a quantidade porque tem consciência dessa situação. Fico pasmo frente ao silencio da sociedade de Parauapebas frente a esta realidade. Que parece ser invisível.







 É a quinta ou oitava portagem sobre este flagelo. Ninguém se manifestou.



A premente situação de Parauapebas parece definitivamente não interessar os postulantes ao Morro dos Ventos. E nem quem o  habita atualmente. Não ouço de quem espero vozes a apoiar os fracos e oprimidos.
Os desempregados. 

Os pais e mães aflitos. Os jovens desiludidos com um sistema que os incentiva a estudar e despreza seus títulos.

Decididamente vivemos numa cidade de pessoas frias e desinteressadas com o destino dos seus semelhantes. Me pergunto, como pode políticos e lideranças com seu poder de pressão e de questionamento calarem frente a tamanha tragédia?

O desemprego é o maior flagelo da sociedade moderna. O pior é que aqui poderia ter sido previsto e evitado ou ao menos mitigado. Mas não foi. Sabem porque? Por que não interessa a classe que determina quem vai comer ou quem vai comprar um carro. Os dirigentes da ex capital dos  bilhões de dólares nunca compreenderam o que é Parauapebas, quem são as pessoas que largam tudo de suas  vidas para virem para cá, tentar a sorte, ganhar algo mais.

Desprezam tanto os trabalhadores que nem uma casa de apoio, A CASA DO TRABALHADOR, proposta por nós há dez anos despertou qualquer atenção. De políticos, de lideranças sindicais – estas sempre apressadas a fazerem acordo com as empresas que deveriam antagonizar.

No inicio deste desgoverno mostramos ao seu líder – Valmir da Integral, qual seria o futuro próximo: queda na arrecadação e portanto crise econômica, desemprego em massa justamente num momento em que a população estava endividada pelo sonho da casa própria. Justo naquele momento, em que os grupos acostumados s seguir em frente, estavam sendo freados pela realização do sonho do terreno próprio, da construção do teto próprio. E ficaram. Aprisionados  em Parauapebas, agora sem nada para fazer.

Completado o ciclo de implantação, testes e amadurecimento da produção, Carajás prescindiu daquele exercito construtor. Demitiu as empreiteiras que irrigavam a cidade com recursos de salários e horas extras. Ao saírem, levaram a esperança da cidade consigo.

Perplexos silenciamos sobre o desemprego. Não estávamos acostumados com massas de sem trabalho. Não previmos este acontecimento porque? Pela acomodação da pensão mensal dos  royalties? Lamentável.

Quem vai defender os deserdados do sistema mineral? Quem vai buscar alternativas e saídas dignas dessa parcela que sofre com as necessidades imediatas e inadiáveis de comer, de dormir, de morar, de pagar as contas?

Até agora não apareceu ninguém. Nem as lideranças sindicais, ninguém. É como não existisse o desemprego, as partidas forçadas deixando tudo para trás novamente.
Quem vai fazer a diferença e lutar com esta causa?

01 abril, 2016

Nenhum lugar para onde ir...



QUO VADIS, DOMINI?












A ULTIMA semana foram de intensas e frenéticas reuniões. Se respirou politica em vista a proximidade da  fatídica data 2 de abril, dia de todos mostrarem as caras e as armas com que se vai disputar a outrora rica prefeitura de Parauapebas.

Quem vai herdar a bagunça, a desmoralizada máquina que se tornou insustentável e relativamente incapacitada de qualquer reação para o bem da gestão pública e do povo da cidade.

Povo que esta batendo em retirada, frente a total incapacidade dos seus lideres de dizer coisa com coisa, de enxergar o futuro imediato, de ter dignidade de murmuraram aos céus, Deus, isto eu não sei, deixe-me ouvir alguém.

Terra de ninguém, a cada dia se torna mais vazia, mais sem recursos. E  pela movimentação, entrevistas, “estratégias mirabolantes” não estamos enxergando transformação, capacidades excepcionais requeridas neste momento.

Salvo a juventude e o novo que representam  Marcelo Catalão e Flávio Veras, sei não. O Chico prossegue com seu resgate magnifico. Mas as coisas vão de mal a pior. Quem tem planos de sair, deve mantê-los. Quem quer ficar, precisa repensar urgente suas chances.

Diante do primeiro refluxo populacional, o tecido social esta se tornando disperso. Logo não teremos as energias essenciais para manter o consumo, o investimento e a efervescência necessários ao crescimento. 

Obras logo se tornarão obsoletas, grandes empreendimentos se tornarão inúteis, o capital começaram a firmar sua retirada.

Mas a grande desgraça e ruina para a cidade seria a reeleição do bando no poder. De vez seriam cortado toda e qualquer possibilidade de retomada de trabalho ou desenvolvimento. 

Veríamos uma longa estagnação de mais quatro anos.  Seria o sinal definitivo para um êxodo iniciar sua vida para longe.

É um momento especial, como todos os grandes momentos da historia. Quem viver, verá.