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26 dezembro, 2015

Distribuição da ciência no Brasil

Política científica contra desigualdades regionais
Estudo do CGEE sugere planejamento e ações locais em áreas como educação, saúde e infraestrutura
BRUNO DE PIERRO | Edição Online 18:17 19 de junho de 2015

© REPRODUÇÃO





A extensa dimensão territorial do Brasil é pouco contemplada no planejamento de programas voltados para a área de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). Para mudar esse cenário, que não contribui para a redução de desigualdades econômicas e sociais entre as regiões, um estudo realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) a pedido do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) recomenda que as políticas e programas nacionais de CT&I definam ações regionais concretas, especialmente em setores relacionados com educação, saúde e infraestrutura. O trabalho, intitulado Dimensão territorial no planejamento de CT&I, mostra que a descentralização de políticas científicas avançou na última década, impulsionada pela expansão das universidades federais e das instituições de ensino superior públicas e privadas, além de iniciativas dos governos estaduais e das fundações de amparo à pesquisa. O estudo também destaca o aumento da participação dos estados no financiamento de projetos científicos e tecnológicos.

Com base em dados coletados em 2010, o trabalho indica que a participação dos recursos federais aplicados pelos estados do Nordeste em ciência e tecnologia, em relação à receita total da região, subiu de 0,51% em 2000 para 0,79% em 2007. No Norte, o índice foi de 0,27% a 0,59% no mesmo período. A distribuição de doutores, porém, apresenta um acentuado padrão de desigualdade. Em 2008, 53% dos doutores estavam concentrados na região Sudeste, contra 19,2% no Sul, 13,8% no Nordeste, 9,8% no Centro-Oeste e 4,2% no Norte.

Na avaliação do CGEE, uma das saídas para reduzir tais diferenças seria o incentivo à articulação da comunidade científica local com iniciativas como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Plano Nacional de Logística e Transporte. “Embora não sejam ações voltadas diretamente a temas científicos, elas podem contemplar estratégias de CT&I”, afirma o economista Mariano de Matos Macedo, professor da Universidade Federal do Paraná e coordenador do estudo. Obras de infraestrutura, como a construção de hidrelétricas e de rodovias, diz ele, muitas vezes demandam soluções inovadoras, que poderiam ser apresentadas por grupos de pesquisa e empresas tecnológicas instalados na região onde o empreendimento é executado. De acordo com a pesquisa, algumas iniciativas têm conseguido estabelecer conexões desse tipo, a exemplo da articulação científica promovida pelas unidades da Embrapa em escala regional.

Para Antonio Carlos Filgueira Galvão, diretor do CGEE, o estudo passa uma mensagem clara. “Planejar políticas de CT&I implica também pensar ações que acontecem fora do sistema de CT&I”, afirma. Segundo ele, programas do governo federal como os Territórios da Cidadania e os Territórios Rurais ainda incorporam pouca estratégia de ciência e tecnologia. Tais programas são voltados para o desenvolvimento econômico em áreas rurais e, embora demandem tecnologias voltadas para a agricultura familiar e a produção de alimentos, têm um diálogo escasso com pesquisadores. “É preciso olhar para as políticas públicas mais relevantes socialmente e pensar políticas de CT&I nesse contexto”, diz Galvão.

A íntegra do estudo está disponível aqui.

17 dezembro, 2015

Realismo fantástico com sabor de realidade real

macondo
...Como sabemos bem, Macondo não é um vilarejo das cercanias de Arataca, onde nasceu Gabriel Garcia Márquez. De fato, Macondo é Parauapebas.  Senão como entender tanta loucura, escape e serventia?  Iluminação de Natal milionária, carnaval, entrega de casas, compra de terrenos superfaturados, laudos preventivos. Somos uma sociedade de cegos inebriados por  algum pó mágico que nos imobiliza, incapazes de alguma reação contra o crime, a corrupção ou a violência. Quase marionetes.


O absurdo de ver um juiz negociando a remoção de uma comunidade que ocupa a  mesma região da cidade há 20 anos é terrível, lesivo, cruel. Tao ou mais absurdo que a decisão doa corte de São Bernardo em bloquear nacionalmente o Whatsapp. O judiciário esta se metendo onde nunca deveria entrar. Anos e anos de formação de servidores para isto – respaldar o inominável. É desalentador, é desanimante, é vergonhoso.

E ainda estamos falando do Dr. Jackson... do assassinato de Dr. Jackson.
Que ninguém esqueça!

Ainda mais no nosso caso, quando esta decisão e esta presença acobertam praticas criminosas de uma quadrilha que não  respeita ninguém, nem mesmo a lisura ou as boas intenções do magistrado. Valmir da Integral e seu bando não merecem este respaldo, achincalham a administração publica a relação equilibrada entre os poderes, insistem no velho e no irresponsável, contrastando o quando pode com o social e a sociedade.


Imagino  a animação dos covardes ao praticar o inominável ato de demitir D. Leonice. Como a retaliação covarde e desproporcional deve satisfazer egos e visões de um bando que não pensa no amanha! Demitir uma pessoa que na sua ação defende o correto, o justo, o legal. Como podem num ato covarde denunciarem a si mesmos,  na sua pequenez e ignorância. Todo o esforço do Conselho Municipal de Saúde, D. Leonice à frente foi alertar, proteger, impedir. Se tivessem ouvido este conselho Dr. Rômulo estaria tranquilo, Valmir continuaria a dormir em paz.

E o pior, Leonice fora realmente a lama virá a tona. Não tem mais obrigação de defender um grupo do qual fazia parte.  Quando eles falam em  500 milhões grito, não é isto, é muito mais: acredito, após analisar os gastos de 2013, 2014 e até agora 2015, posso demonstrar claramente que são mais de 650 milhões tirados de nossa cidade. Sim, há os que assustam, Bel e Darci tiraram mais de 100 milhões. Este desgoverno suplanta os dois, apenas no primeiro mandato. Este texto distribuído é pouco, apenas uma amostragem apartir da saúde.

Tenho razões, publicações, acessos e analises suficientes para fazer minhas afirmações. Valmir dissera em off que iria sugar 700 milhões. Ao permitir governo paralelo e azeitar a máquina com sua filha Flávia, a Mendes, Rômulo e todos os passageiros hoje distantes, ele foi conseguindo atingir seu objetivo, hoje fala em reeleição.


Seria uma sociedade muito cínica para reeleger tal monstro e seu grupo. Há crimes comprovados que os remeteria para a cadeia fosse um pais menos corrupto. Mas nem toda a corrupção vai salva-los da punição. Não é possível. O MPE criou ressalvas para não ser impedido. Há meios que serão usados para derrotar a vontade de criminosos como Jatene, como Valmir e sua capacidade excepcional de sedução. Não ficará impune. Estes criminosos pagarão pelos seus delitos, NÃO PODEM COMPRAR A TODOS.

09 dezembro, 2015

A insensatez e o mal feito na administração de Parauapebas

O PASSADO BATE À PORTA.
Ou COMO UTILIZAR A PROPAGANDA CONTRA SI. Pobre Parauapebas!








Insistimos que os recursos modernos de comunicação social devam ser utilizados para sedimentar intenções, personalidade e compromisso moral, não o contrario.  Infelizmente não conseguimos enxergar esta preocupação nestas terras selvagens. Terra do vale tudo.
Empresas conceituadas utilizam suas marcas de forma irresponsáveis, exploram o ouvido e a paciência humana em potentes carros de som, a qualquer hora, ofertando sabão em pó, sabonetes, igrejas que deveriam se comportar anunciando aos berros a salvação eterna, a cura de todos os males e os políticos sem vergonha convocando para isto ou aquilo ou utilizando as redes sociais para veicular mentiras, más intenções ou marcarem uma posição antecipada nos corações e mentes de incautos moradores de algum lugar.
Nosso caso é  a “pesquisa” eleitoral antecipada e sem registro legal de um certo ex-prefeito que dominou o cenário nos últimos dias.
Assim como estamos acostumados em Parauapebas: ilegal, na marra e preventiva, foi veiculada de qualquer jeito como se todos os leitores, analistas e consultores fossem cegos para não enxergarem os atropelos técnicos da mesma. Não apenas estatísticos, mas jurídicos, legais. Da mesma forma que foi todos os dois mandados anteriores desse candidato: ilegais e criminosos, pelos quais ele responde ainda.
E o maior crime, o acordo explicito feito com o atual prefeito Valmir da Integral em  manter na máquina publica os mesmos criminosos que atuaram por longos oito anos dos seus dois mandatos. E que agora completam mais três com o velhote.

Protesto contra governo Valmir, excesso de lixo nas ruas.
É preciso deixar claro que VALMIR e DARCI são a mesma coisa, pertencem ao mesmo bando. Prova disso são as obras inauguradas pelo primeiro, deixadas a toque de caixa pelo segundo e a manutenção dos postos chave na administração, todos com o PT de Darci. É o momento da cobrança. Portanto seja qual for o resultado em 2016, Darci ou Valmir, será a mesmíssima coisa. Por mais cinco anos. A cidade aguenta?
Para todos os efeitos em 2016 vamos ter que nos mexer como sociedade e vamos quebrar a inercia, quase já paradigma da reeleição local.
Precisamos do novo, do inusitado, da renovação. Nem Darci nem Valmir foram moldados para mudanças. Operam um esquema de corrupção pesado e paralisante. Não tem as competências para as exigências do momento: energia, independência, rigor técnico.
Assim, fizeram circular uma “pesquisa” em que dispensam a eleição e o voto: Darci já esta reeleito, Valmir derrotado. Entre eles, Marcelo Catalão. Muito conveniente. Acontece que o verdadeiro opositor aos dois é este segundo estranho, que nesta pesquisa se imiscui entre eles, o sujo e o mal lavado.
Ocorre que, num primeiro momento, não se tem ampla vantagem neste momento. Quaisquer números que demonstrem tao ampla vantagem de um candidato sobre os outros é fake. Carece de compreensão e analise acuradas. As técnicas de gestão  e de roubo são tao semelhantes que a população identifica e repudia quem as esta cometendo no momento, transferindo para a ultima referencia sua preferencia. Não é Darci popular e chamado de volta, ninguém esquece a tremenda e humilhante vaia na FAP 2012. Ou o afastamento compulsório dele no ultimo ano de governo, em que despachava do seu apartamento em Belém. É a incompetência e os erros de Valmir que clamam a ultima lembrança popular. Portanto é Valmir o garoto propaganda de Darci, cujos destinos estão entrelaçados. A medida que Valmir sobe, Darci desce qual balão desinflado. Não precisamos nos iludir. Foi assim com Bel e Darci no final do primeiro mandato dela. Esta sendo assim agora.

Há razoáveis e bons competidores dessa vez. E terá disputa. A população vai dispor de propostas e ações que a ajude discernir entre o bem e o mal. Vamos quebrar o paradigma da reeleição desta vez. Não há vitória garantida como querem encher a cabeça do povo besta. A população não quer o retorno de quem por oito anos mentiu, corrompeu e foi corrompido. Que iniciou um hospital para ser entregue em dois anos e ainda esta em construção. Para alguém que maltratou funcionários públicos, enfrentando uma greve de professores por longos cinco meses, quem não se comprometeu a sequer verificar de perto o problema da agua em Parauapebas, quem não eliminou o turno da fome nas escolas, alias quem apenas fomentou a corrupção o silencio em troca de 30 mil reais mensais para cada vereador. E sobretudo para quem saiu rico e fazendeiro, montado na grana do povo foi para a Bahia e outras praças e agora, oportunista e malandro vem cobrar a divida antes da hora do seu comparsa. Malandragem e oportunismo. Não é uma referencia esta “pesquisa” que você seguramente já viu, apesar da ilegalidade de sua divulgação. Temos vários elementos técnicos e acesso  a outros estudos sérios que não podemos divulgar e que negam a disputa neste nível.  Muita coisa acontece e vai acontecer até abril 2016. Quem viver verá.